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Futebol / De Guzmán é médio e vai vestir o nº1 no Chievo. Mas já houve histórias piores…

De Guzmán é médio e vai vestir o nº1 no Chievo. Mas já houve histórias piores…

Situação pouco comum no futebol... mas não fui a única!

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Provavelmente já ouviu falar de Jonathan de Guzmán nos seus tempos do Villarreal e do Swansea, em 2011 e 2012. Entretanto, o médio holandês, que fez a última época ao serviço do Carpi proveniente de um empréstimo do Nápoles, assinou no último dia de mercado pelo clube italiano do Chievo Verona, na tentativa de relançar a carreira. Aquilo que sobressaltou a imprensa de todo o mundo foi o facto de Guzmnán ir utilizar o número 1 na camisola na sua passagem pelo Chievo. Uma das poucas vezes em que um jogador sem ser o guarda-redes foi visto com a camisola 1 foi no Mundial de 1978 quando a Argentina atribuiu o número 1 a Norberto Alonso, depois do selecionador ter decidido atribuir os números por ordem alfabética. Mas há mais.

É de facto uma situação muito pouco comum no futebol, mas o futebol  já nos surpreende tanto, que isto nem é nada. Vejamos outras situações em que os números que foram escolhidos foram no mínimo… pouco comuns:

Hicham Zerouali

-Hicham Zerouali

O internacional marroquino passou 3 anos no Aberdeen (1999-2002) onde marcou 11 golos em 37 jogos, e onde enverdou o número “O” na camisola. Porém o número escolhido causou polémica e na época seguinte a Liga Escocesa decidiu banir o uso do número O nas camisolas. Em 2004, o jogador acabou por sofrer um acidente de carro onde acabou por falecer.

 

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-Edgar Davids

O holandês bem conhecido no futebol mundial acabou os seus tempos de jogador no modesto Barnet, onde vestiu a camisola número 1… Guzmán não é o primeiro a consumar este feito, mas Davids também não. Stuart Balmer (Charlton) e Ruud Geels (Holanda, 1974) já o tinham feito antes dele.

 

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-Ivan Zamorano

O avançado chegou ao Inter proveniente do Real Madrid em 1996 e vestiu o número 9. Até que em 1998, Roberto Baggio chegou ao clube e exigiu o número 10. Até aí tudo bem, o problema era que o número 10 já pertencia a… Ronaldo. Ronaldo então acabou por ficar com o número 9, Baggio com o 10, e Zamorano decidiu então ser criativo. Pegou na camisola 18, meteu um “+” no meio, e matematicamente ficou com o 9! Uma das jogadas mais géniais do futebol mundial sem dúvida! Como viu, a situação de Guzmán não é assim tão inédita, mas não deixa de ser incomum. O que o futuro nos reserva mais? Um guarda redes com o número 10?

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