Register  /  Login

O Blog do Futebol em Portugal

Futebol / Marítimo: Presidente acusado de agredir jornalista

Marítimo: Presidente acusado de agredir jornalista

O Presidente do Marítimo é acusado de ter agredido um jornalista do Diário de Notícias da Madeira. A alegada agressão terá acontecido na manhã desta terça-feira enquanto Marco Freitas, o jornalista em questão, fazia a cobertura do treino da equipa, no complexo desportivo de Santo António. De acordo com a edição on-line do jornal madeirense, Carlos Pereira terá agredido o profissional de comunicação social depois de se ter dirigido a este “num tom agressivo e a pedir explicações”. O jornalista foi assistido no Hospital Dr. Nélio Mendonça a escoriações na zona do pescoço. Entrentanto, o grupo parlamentar do PS-Madeira emitiu esta tarde um comunicado, no qual critica a agressão perpretrada pelo presidente do Marítimo, Carlos Pereira, contra o referido jornalista: “Perguntar-se-á, afinal, o que tem a ver esta agressão com a política? Tem tudo. Não se trata de um desentendimento de natureza clubista, mas de uma agressão que tem, a montante, as relações políticas do agressor com o poder instituído, compaginadas com a independência do DIÁRIO e com a ausência de resultados em função dos milhões que saem do Orçamento da Região para alimentar vaidades pessoais. Que triste exemplo para os espectadores e que triste exemplo para os jovens em idade escolar. O presidente do Marítimo esquece-se dos 45 milhões que vão sair do Orçamento Regional para a construção do Estádio dos Barreiros e que deveriam servir para ajudar a esbater as situações de grave carência que se aproximam em função das medidas de austeridade. Esquece-se que aquela verba constitui um saque ao Orçamento, para gáudio de alguns, quando a fome existe, o desemprego existe, as necessidades hospitalares existem e, nas escolas, há carências de toda a ordem. O presidente do Marítimo deveria ter juizinho e comportar-se ao nível de tantos presidentes que por aquele centenário e respeitável clube passaram. Os jornalistas não são os culpados das leviandades”, refere o mesmo comunicado.

Comentar