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Futebol / Philipp Lahm – o eterno capitão de Munique

Philipp Lahm – o eterno capitão de Munique

 

Um dia após o anúncio do término da carreira de Philipp Lahm no fim da presente temporada (feito pelo mesmo), o Futebol Portugal dá-lhe a conhecer o percurso de um dos jogadores mais inteligentes da última década. Lahm nasceu no dia 11 de novembro de 1983 em Munique, na então Alemanha Ocidental. Juntando-se às camadas jovens do Bayern Munique com 11 anos, o jogador completou a sua formação no colosso alemão.

Durante a temporada 2002/2003 dá-se a estreia do atleta pela equipa principal dos bávaros. Num jogo da Liga dos Campeões, o jovem lateral substitui Markus Feulner aos 92 minutos.

Estreia de Lahm no Bayern

 

Nas duas épocas segunites, com o intuito de de somar o máximo de minutos possíveis, o jogador alemão foi emprestado ao Estugarda. Pelo clube alemão atuou maioritariamente como lateral esquerdo e efetuou 71 jogos. Este número poderia ter sido ainda mais elevado caso Lahm não tivesse tido duas lesões graves na sua época (fratura de um dedo do pé e rotura dos ligamentos do joelho). Apesar de ainda se encontrar em proceso de recuperação, regressou à “casa-mãe” na temporada 2005/2006.

Totalmente recuperado, Lahm estreou-se na Bundesliga pelo Bayern em novembro de 2005.

A “história” de Phillip Lahm no Bayern Munique é reveladora de toda a qualidade, inteligência e capacidade de perceber de perceber de que forma pode ser útil para a equipa. Com mais de 500 jogos pelo clube e capitão desde 2011, atuou como lateral esquerdo nos primeiros anos, passando depois para a lateral direita. Com a chegada de Guardiola, Lahm subiu no terreno, jogando como médio defensivo.

O mesmo Guardiola, treinador que comandou atletas do calibre de Messi, Iniesta, Xavi, Robben ou Ribery afirmou um dia que “Lahm é, porventura, o jogador mais inteligente que já treinei”.

No palmarés, pelo Bayern, o jogador conta com 7 títulos da Bundesliga, 6 Taças de Portugal, 3 Supertaças da Alemanha, 1 Mundial de Clubes, 1 Supertaça Europeia e 1 Liga dos Campeões. Pela seleção – onde somou 113 internacionalizações e apontou 5 golos – conquistou o Mundial de 2014 como capitão (renunciaria à seleção após esta conquista).

 

O jogador como o qual qualquer treinador gostava de contar. Versatilidade, compromisso e inteligência.

Vai deixar saudades.

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